“Ó sombra fútil chamada gente!”
Não
faço falta a ninguém. Aliás, ninguém faz! Todas as coisas se sucedem e, um dia,
terminam. Querer ser mais do que se é não passa de pura imaturidade. Nada mais
fútil do que ter sonhos de grandeza e glória. Nada mais cômico do que aqueles
que dizem que encontraram, após muita investigação e esforço, a sua missão
neste mundo. Nada mais inútil e sem sentido do que querer ensinar aos outros
qual é o verdadeiro sentido da vida. Ninguém sabe de nada! Estamos todos na
mesma situação, tateando no escuro, perdidos, à procura de um interruptor
qualquer.
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