Graceful

by - janeiro 26, 2018

Graciosa, efusiva, mas sem nenhuma temperança!
Sobre a relva, perdida em devaneios,
és o que és: mistério que não cansa.
Definir-te não posso – não seria de bom senso;
talvez me falte talento, ousadia, constância...
Vejo que estás mais uma vez sonhando acordada,
voando acima de prados verdejantes,
buscando ser novamente aquilo que não era antes.
Não sei mais o que faço para bem te retratar;
melhor deixar que o rio corra, como sempre, para o mar.

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