Horizonte

by - fevereiro 19, 2017

Para perscrutar o âmago das coisas, introspecção. Para vislumbrar a natureza das relações humanas, solidão. Para conservar aquilo que a vida tem de bom, muita persistência e coragem. Não há respostas prontas, não existe caminho fácil. Suor, lágrimas, perdas, dedicação, superação, alegria, tudo se condensa numa existência única e particularíssima.
Olhar e apreender o sentido daquilo que talvez não tenha em si sentido algum; respeitar a especificidade e a importância de cada pessoa; respirar muitas vezes o ar irrespirável do caos que nos cerca; seguir em frente mesmo quando a esperança se torna rarefeita; recriar no nosso imaginário, no nosso espírito, a harmonia tão desejada; ressignificar e perseverar sempre!
Uma leve brisa sopra ao pôr do sol. O expediente termina, a noite cai, todos procuram pelo aconchego de um lar. Durante a madrugada, chove torrencialmente. E, em certo momento, o silêncio se faz absoluto. De repente, o despertador toca, a casa começa a criar vida novamente – a jornada continua.


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